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segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

FESTA MÁXIMA -- MÍRIAN WARTTUSCH

 




Que o Natal de cada um seja espetacular!
Que todas as luzes, brilhem intensamente no seu lar!
Que seja a grande tônica: família reunida com amor,
E uma oração ao alto, feita com o maior fervor!
Quando baterem à sua porta, saibam, eu lhes digo,
Serão Maria e José – não lhes neguem um abrigo.
E não esqueçam de uma caminha preparar,
Para Jesus-menino, que à meia-noite irá chegar.
Cantem uma cantiga ao redor do seu bercinho…
Preparem o seu coração para acolher o menininho.
Chuvas de bênçãos, cairão dos céus, como cascata,
Maná divino, chegará em luz, na hora exata,
Em forma de amigos que virão lhes abraçar!
Não faltarão em sua mesa muitas iguarias,
Nem vinhos, nem castanhas e outras especiarias.
E um Deus benevolente, de forma comovida,
Lhes proporcionará, mais este ano,
“comemorar o dom da vida!”


*** MÍRIAN WARTTUSCH ***

Biografia. AQUI

Com este poema inicio hoje , um ciclo de poemas de Natal. 
Aproveito para desejar a todos umas festas felizes, com saúde e com espirito de Natal.

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

FERNANDA MONTENEGRO









Gosto muito do Natal



Gosto muito do Natal
Festa de anos de Jesus
Que nos quis livrar do mal
E encheu-nos de luz.

É uma noite diferente
Uma noite sem igual
Enche de amor toda a gente
Santa noite de Natal!

Fernanda Montenegro

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

MARIA DA LUZ PEDROSA


É Natal


 É Natal e por esse Mundo,

 Quantos Corações sem Esperança

 Quantas Lágrimas Rolando

 Num Rostinho de Criança


Quanta Criança Descalça
,
 Rotinha, Magra, Faminta
,
 Apelando para o Mundo 

Na Rua Estende a Mãozita…


 Ah se eu fosse Poderosa

 Bem Mais do que um Simples Ser,

 Não Haveria no Mundo

 Uma Criança a Sofrer 


Por isso meu Bom Jesus

 Quando o Sino Badalar 

Vou fazer uma Oração 

Tua Imagem Adorar 


Pedirei Paz para o Mundo

 Muito Amor para os Pequeninos

 Alegria para os que Choram

 E Pão para os Pobrezinhos


 E Ajudando os que Sofrem

A Cada um Dando a Mão

 Passaremos um Natal

 Com mais Paz no Coração



Maria da Luz Pedrosa

domingo, 25 de novembro de 2018

LUÍSA DUCLA SOARES

Até ao fim do Ano, o Natal andará por aqui. Espero que gostem. Luísa Ducla Soares já é da casa, pelo que se quiserem conhecer mais sobre ela basta utilizarem a caixa de pesquisa.










Dia de Natal



Hoje é dia de Natal
Mas o Menino Jesus
Nem sequer tem uma cama,
Dorme na palha onde o pus.

Recebi cinco brinquedos
Mais um casaco comprido.
Pobre Menino Jesus,
Faz anos e está despido.

Comi bacalhau e bolos,
Peru, pinhões e pudim.
Só ele não comeu nada
Do que me deram a mim.

Os Reis de longe lhe trazem
Tesouro, incenso e mirra.
Se me dessem tais presentes,
Eu cá fazia uma birra.

Às escondidas de todos
Vou pegar-lhe pela mão
E sentá-lo no meu colo
Para ver televisão.

Luísa Ducla Soares

sábado, 3 de dezembro de 2016

POEMA DE NATAL



                                                 Ampliar para ler

Durante todo o mês, só irão aparecer aqui poemas de Natal.  De algumas poetisas que já fazem parte desta galeria, ou de outras, ou até de meninas na escola que serão talvez o futuro da poesia no feminino. Porque não sei se já se aperceberam, mas são poucas as poetisas consagradas que escrevem sobre o Natal. Basta fazer uma pesquisa, e encontramos um ou mais poemas de Natal de todos os poetas conhecidos. Mas e de poetisas? Muito pouco, na maioria nada. Será porque enquanto os homens o descrevem, as mulheres vivem-no? Que pensam vocês que me visitam?
Comecemos então com LUÍSA DUCLA SOARES

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

MÍRIAN WARTTUSCH

EM CADA MÃE, UM POUCO DE MARIA
Um filho,  que bom presente,
que possamos desejar, possamos sentir, querer,
ver nascer, e abraçar… perfeição maior que Deus,
coloca em nossas entranhas, que antes do nascimento,
nos traz emoções tamanhas: intimidade uterina,
segredo… coisa divina…
queremos muito saber: qual será a cor dos olhos?
– Seja perfeito, meu Deus!-
meu filho, tive na espera, a ansiedade, o amor,
vontade que fosse logo, esperei… e nem a dor
do parto eu pude sentir,
tão logo vieste ao mundo…
como iria traduzir? Tão lindo, sem tradução…
cheio de encanto,  ao nascer, já parecia dizer,
olho azul pousado em mim: “cheguei, mãe”!
e riu pra mim!
Esplendoroso esse dia!  Recordei também Maria,
na espera tão ansiada, ter nos braços seu Menino…
momento do nascimento, inexplicável… divino…
este dia é para as mães,
o anúncio de grande luz!
Esperou seu filho, um dia,
como esperasse Jesus!


Biografia da autora AQUI

sábado, 19 de dezembro de 2015

CARMEN VERVLOET




EU AINDA NÃO ENCONTREI O QUE PREGUEI 
Eu caminhei de um lado a outro…
 Atravessei continentes…
 Procurei nas aldeias distantes…
 E também no centro das metrópoles… 
Mas ainda não encontrei o que preguei…
 Procurei no sorriso da criança… 
Ou na consciência do adulto…
 Em cada vulto… 
Um indulto… 
Uma esperança… 
Mas ainda não encontrei o que preguei… 
Viajei… 
Naveguei…
 E novamente solucei… 
Pelo que não encontrei… 
Uma paz em uníssono… 
E ainda não encontrei o que preguei… 
Voltei em silêncio… 
Vi tantas guerras… 
Tanto calafrio… 
Tanta morte anunciada em vida…
 Vestida de Midas…
 E ainda não encontrei o que preguei…
 Vasculhei as cidades… 
Vi tanta desigualdade… 
Mesas cheias, frutas importadas… 
Árvores coloridas, tão iluminadas… 
Enquanto em tantas casas falta 
O pão de cada dia… 
Morrendo de fome tantos Josés e Marias… 
E ainda não encontrei o que preguei… 
Percorri todos os distritos… 
Vi crianças pedindo esmolas… 
Crianças sem escolas… 
Rostos contritos… 
Pais aflitos… 
E ainda não encontrei o que preguei… 
Procurei por todas as ruas… 
Vi tantas almas nuas… 
Adolescentes drogados, abandonados… 
Idosos nas calçadas jogados… 
E ainda não encontrei o que preguei… 
Fotografei cada coração… 
No lugar da alegria e do perdão 
Só enxerguei mágoa e tristeza…
 Vi muita dureza e aspereza… 
E ainda não encontrei o que preguei… 
Ainda não encontrei o que procurei… 
Um eco constante a cada ano… 
Que ressoa aos meus ouvidos…
 Vem-me o desânimo… 
Os ideais de fraternidade… 
Irmãos dêem-se as mãos… 
Não fiquem na contramão do amor… 
Semeando angústia e dor… 
Porque o que preguei…
 Foi à festa da libertação… 
A igualdade entre os homens
 Sem discriminação… 
O direito à vida… 
Toda gente por mim foi redimida! 
Porque o que preguei… 
Foi o direito a conscientização… 
A luta para extinguir o mal… 
E o desejo de um mundo ideal… 
Porque o que preguei… 
Foi o grito de protesto a opressão… 
O dia a dia lutando com ardor… 
Para a morte da miséria… 
Para a ressurreição do amor… 
Eu preguei a paz… O respeito…O amor…
 E como nada disso 
Entre os homens encontrei… 
Continuo procurando o que preguei… 
Carmen Vervloet 


Biografia de Carmen Vervloet
A autora está na Internet. Tem um blogue AQUI 

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

LÍDIA VASCONCELOS


Biografia:
 Lídia Vasconcelos está por aí na net. Na sua página do google+, ou no Facebook podem encontrá-la.

FELIZ NATAL

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

LUISA DUCLA SOARES

                                        Por favor cliquem na imagem para ler




AQUI a biografia da autora

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

SONHANDO O NATAL




Sonhando o Natal




Se eu pudesse…
Por um dia ser o bom velhinho
Mensageiro de Deus repartindo carinho
Com certeza
Exterminaria a pobreza
Caminharia por todas as favelas,
Adentraria às vielas,
Levando alegria,
Secando lágrimas,
Matando a fome que mata,
Transformando míseros barracos
Em lares decentes
Num gesto de amor!
Levaria o sonhado presente
Entregaria a cada criança
Triste, sem esperança,
Rosto pálido,
Sonhos murchos
Como a flor que não vingou
No árido chão
No descaso do próprio torrão.
Construiria escolas decentes
Preencheria o vazio latente
De cada coração!
Estenderia a mão em amizade
Conferindo solidariedade,
Segurança num futuro melhor,
Uma auto-estima maior.
Ofereceria educação
E com uma varinha de condão
Extinguiria a violência,
Transformaria balas perdidas
Em rosas, miosótis, hortênsias…
Dando cor ao negro da dor!

As favelas seriam imensos jardins,

As casas iluminadas,
Cirandas nas calçadas
Amor aproximando os afins…

Em cada uma delas

Substituiria as vazias panelas
Por uma substancial ceia de natal
Pois afinal
Num mundo tão desigual
Todos têm os mesmos direitos…
Merecem o mesmo respeito…
Têm o direito de serem felizes
Sonhando em matizes!

Mas como não sou o bom velhinho

Não sou mágico, nem adivinho…
Peço ao mundo perdão
Por só alcançar com minha pequena mão
Aos que estão próximos a mim.


Carmen Vervloet


AQUI  o blogue da autora


Durante todo este mês vou tentar postar poemas de Natal.