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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

JUDITE TEIXEIRA

Mais Beijos

Devagar...
outro beijo... ou ainda...
O teu olhar, misterioso e lento,
veio desgrenhar
a cálida tempestade
que me desvaira o pensamento!

Mais beijos!...
Deixa que eu, endoidecida,
incendeie a tua boca
e domine a tua vida!

Sim, amor..
deixa que se alongue mais
este momento breve!...
— que o meu desejo subindo
solte a rubra asa
e nos leve!

Judith Teixeira, in 'Antologia Poética' 


Biografia AQUI

8 comentários:

✿ chica disse...

Beijos sempre são lindos! A poesia não poderia ser diferente! beijos, chica

CÉU disse...

Olá, estimada Elvira!

Que poema! Desconheço o nome da autora e obra, mas logo k possa passarei pela Wikipédia.

O que posso eu dizer de um poema com este "calibre"? Nada, pke eu não tenho competência para tal. Afirmar/comentar com gostei, é pouco, muito pouco, porque quem escreve gosta de saber o que as palavras despertaram no leitor, já para não falar da estrutura do poema, que isso é assunto mais específico e para quem tenha formação académica nesse campo.

E escrever, livremente, ao sabor da pena, como dizem todos os poetas, POETAS, ESCREVI EU e não pessoas que se ajeitam a fazer, a escrever umas "coisinhas", que é o meu caso.

Judith Teixeira não sei que lhe diga, mas com duas estrofes de cinco versos e pelo "meio" uma de quatro, é "coisa" de mestra. A pontuação está, divinamente, colocada e conduz-nos à visualização dos seus desejos ou dos do seu eu-lírico, mas ambas podem coabitar na vida e na poesia, como tão bem sabe.

O compasso do poema é "lento", como deve ser um beijo, que não tem definição, ensaio possível, nem tempo. E outro e mais outro... ai, o "temporal" nos nossos corpos. Virgem Santíssima! Não faz mal, todavia, "MEU AMOR", porque a seguir virá a bonança, NÃO, não quero, quero continuar, quero persistir e ficar.

Mais, muito mais beijos, eu desejo para adensar e avolumar a minha loucura por ti, porque assim como assim, já todos me consideram destrambelhada nos sentires, enfim! E a tua boca é um vulcão, jorrando lava, que mesmo assim me arrebata e me destrava todas as minhas fracas capacidades de resistência. Oh, Omnipotência! Tende piedade de mim, e conduz-me ao inferno das bocas vermelhas, a minha, onde coloquei uma rosa encarnada para o meu amado salivar, saborear e tragar. Partimos de "barriga" cheia nos sopros do vento e quero eu, e queremos nós lá saber do pensamento!

Dias felizes, com AMOR!

Beijinhos para todos vós.

Catarina disse...

Adorei :) Boa semana!

Cidália Ferreira disse...

Que bonito!
Amei.

Desejo uma excelente semana.
Beijos

http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

Evanir disse...

Esse mês estou comemorando 11 anos de blog.
È tempo demais dedicado a essas pessoas lindas de Deus
que fui conhecendo ao longo dessa caminhada.
Deixei um mimo na postagem se for do seu agrado
leve ficarei feliz.
E ficarei feliz da mesma forma se ñ levar eu entendo.
Um carinhoso beijo.
Deus abençoe por tudo.
E uma semana de paz .
Evanir.

São disse...

Desconhecia

Parabéns pelo seu trabalho divulgador, amiga

Beijinhos

Poções de Arte disse...

Bom dia, Elvira!

Um poema com paixão...
Vou dar uma voadinha na biografia (gosto de sapear por aí...).

Abração esmagador.

Maria Rodrigues disse...

Sensual e lindo, desconhecia a poetisa.
Beijinhos
Maria

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