| Oh Abril! Abril deu-me asas e convidou-me a ouvir baladas diferentes Segui-o, segui-o a pensar que hei-de sempre aprender se for para a frente Segui-o com a convicção do poder me contentar com o que ele me quiser prendear porque o ouro já possuo no meu coração. Oh Abril Esperança, que me leva a aventurar Em céus com as cores do arco-iris Oh Abril, que abres as portas dos lares solitários e invades os jardins com risos infantis Oh Abril o sol também brilha na cabeça do velhinho que aspira a um cantinho numa janela adornada de manjericos para seguir a memória longínqua Oh Abril, a brisa também suave suspira no doente que adormece sob o olhar quente duma alma carinhosa que ainda e crente Oh Abril se possível fosse dar-te a mão e levar-te aos carentes aos famintos aos sedentos e fazer nascer jardins e fazer jorrar a água das fontes ressequidas pelo mau tempo erigia-te um templo. Diana de Moura, Halifax, Canadá email: diana@portugal-linha.pt Biografia. Encontrei vários trabalhos da autora, porém nenhuma biografia que vos possa deixar. Bom Feriado |
segunda-feira, 24 de abril de 2017
DIANA DE MOURA
segunda-feira, 10 de abril de 2017
segunda-feira, 27 de março de 2017
CARLA RIBEIRO
Hoje queria ser uma gota de água
Sair do chuveiro e percorrer o teu corpo
Sentir cada espaço do teu corpo como meu.
Recordar o cheiro da tua pele,
A suavidade sempre que lhe toco.
Hoje, hoje eu apenas queria,
Ser uma incessante gota de água.
Percorrer os teus cabelos,
Beijar os teus olhos,
Beijar os teus lábios.
Escorregar no teu queixo,
E seguir, pelo teu pescoço.
Queria escorregar,
E, sentir a pele suave,
Das tuas costas…
Massajar os teus ombros.
Seguir massajando as tuas costas.
Descer pelo teu peito,
E sentir a delícia do teu perfume…
Seguir beijando o teu corpo sem fim.
Hoje sou apenas uma gota de água,
Que quer acariciar o teu corpo.
Sentir cada arrepio teu…
Cada poro do teu corpo,
Desejar a minha passagem…
Hoje sou apenas uma gota de água.
Que vai beber do teu corpo.
Quero sentir o teu beijo…
Hoje quero apenas sentir….
Biografia AQUI
sábado, 18 de março de 2017
ALICE QUEIROZ
Fiz a cama de açucenas
Macias como o cetim
Os lençóis eram poemas
Guardados dentro de mim
Vesti rosas de toucar
Nos cabelos meti laços
Nem vi o dia chegar
Esquecida nos teus braços
No tapete feito de heras
Sulcado de margaridas
Floriam primaveras
A perfumar nossas vidas
Misturei flores e beijos
Num fio ao meu pescoço
Dei asas aos meus desejos
Loucuras dum sonho moço
Mudaram-se as estações
Murcharam as açucenas
Mas nos nossos corações
Nasceram novos poemas
Despi rosas desfiz laços
Guardei a minha saudade
Só presa nos teus abraços
Me sinto em liberdade
Alice Queiroz
Biografia. Não consegui encontrar na net, nenhuma biografia desta poetisa.
Sei que tem alguns livros escritos, entre os quais "Jardim de Afectos". E que está no Facebook. AQUI
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