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domingo, 21 de fevereiro de 2016

ROSA

Decorreu no passado dia 18, o lançamento do meu livro, que espero não venha a ser filho único.
Eis aqui algumas imagens, antes e durante o evento


 Eu e a São Banza, poetisa e blogger, amiga de há mais de quarenta anos.
 Eu e o Luís Filipe Maçarico, poeta e blogger, também amigo de há mais de 40 anos.

Os três nos claustros do convento, onde decorreu o lançamento.
Parece que eu queria chegar a algum lado. E o fotografo aproveitou ...
 À mesa, além de mim, da São e do Luís, a Professora de Literatura Portuguesa, Paula Leite.


 A Dra. Fátima Carvalho, dirigente do Convento Madre de Deus da Verderena na sua intervenção. O espaço é antiquíssimo, muito bonito, mas está a precisar de intervenção. Há uns anos foi intervencionado, mas parece que foi usada areia salgada, e dois anos depois já estava assim com a pintura toda a cair.


Momentos de intervenção






Explicando como surgiu o livro.


                                                  E finalmente os autógrafos







sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

É JÁ AMANHÃ...

É já amanhã dia 18 de Fevereiro o lançamento do meu livro. A todos os que queiram estar presentes e vivam perto, ficarei muito feliz com a vossa presença.
No lançamento, estarão comigo.duas pessoas, que me honram com a sua amizade, desde os anos 70.
 O poeta e blogger Luís Filipe Maçarico, e a poetisa e blogger São Banza.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

JUDITE TEIXEIRA

Mais Beijos

Devagar...
outro beijo... ou ainda...
O teu olhar, misterioso e lento,
veio desgrenhar
a cálida tempestade
que me desvaira o pensamento!

Mais beijos!...
Deixa que eu, endoidecida,
incendeie a tua boca
e domine a tua vida!

Sim, amor..
deixa que se alongue mais
este momento breve!...
— que o meu desejo subindo
solte a rubra asa
e nos leve!

Judith Teixeira, in 'Antologia Poética' 


Biografia AQUI

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

MARIANA BELMIRA DE ANDRADE

A UMA VIOLETA
Meiga flôr! Tu, que és tão pura,
D'aromas tão perfumada,
    Tão mimosa!...
Porque ocultas na espessura
Tua face aveludada,
     Vergonhosa?!...
Receias que a rosa altiva
Te mire co'o frio olhar
     D'ironia?
Temes que sua côr viva,
Suas galas a ostentar
     De ti ria?
Oh! não fujas de mostrar-te
A par da mais linda flôr
    Flôr dilecta!
Não póde a rosa igualar-te
Na modéstia e no candôr,
    Não, violeta!
Que importa que a linda rosa
Tenha um throno alevantado
     Entre as flôres?!...
Ai, que importa se a maldosa
D'espinhos tem circundado
    Seus primores!...
E tu, symbolo da candura,
Minha flôr d'inspiração,
    Meu amôr!
Quem teus encantos procura
Ha-de achal-os sem traição,
    Roxa flôr!...
Violeta, flôr mimosa,
Nunca teu collo se dobre
    Ao temporal!...
Nunca tu'haste viçosa
Emurchecida sossobre
    Ao vendaval!
Beijem-te as auras suaves,
Teu casto seio affagando
    Delirantes!
Festejem-te lindas aves
Seus gorjeios modulando
    Incessantes!


Mariana Belmira de Andrade


BIOGRAFIA  AQUI
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