É já amanhã dia 18 de Fevereiro o lançamento do meu livro. A todos os que queiram estar presentes e vivam perto, ficarei muito feliz com a vossa presença.
No lançamento, estarão comigo.duas pessoas, que me honram com a sua amizade, desde os anos 70.
O poeta e blogger Luís Filipe Maçarico, e a poetisa e blogger São Banza.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
JUDITE TEIXEIRA
Mais Beijos
Devagar...
outro beijo... ou ainda...
O teu olhar, misterioso e lento,
veio desgrenhar
a cálida tempestade
que me desvaira o pensamento!
Mais beijos!...
Deixa que eu, endoidecida,
incendeie a tua boca
e domine a tua vida!
Sim, amor..
deixa que se alongue mais
este momento breve!...
— que o meu desejo subindo
solte a rubra asa
e nos leve!
Judith Teixeira, in 'Antologia Poética'
outro beijo... ou ainda...
O teu olhar, misterioso e lento,
veio desgrenhar
a cálida tempestade
que me desvaira o pensamento!
Mais beijos!...
Deixa que eu, endoidecida,
incendeie a tua boca
e domine a tua vida!
Sim, amor..
deixa que se alongue mais
este momento breve!...
— que o meu desejo subindo
solte a rubra asa
e nos leve!
Judith Teixeira, in 'Antologia Poética'
Biografia AQUI
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
MARIANA BELMIRA DE ANDRADE
A UMA VIOLETA
Meiga flôr! Tu, que és tão pura,
D'aromas tão perfumada,
Tão mimosa!...
Porque ocultas na espessura
Tua face aveludada,
Vergonhosa?!...
D'aromas tão perfumada,
Tão mimosa!...
Porque ocultas na espessura
Tua face aveludada,
Vergonhosa?!...
Receias que a rosa altiva
Te mire co'o frio olhar
D'ironia?
Temes que sua côr viva,
Suas galas a ostentar
De ti ria?
Te mire co'o frio olhar
D'ironia?
Temes que sua côr viva,
Suas galas a ostentar
De ti ria?
Oh! não fujas de mostrar-te
A par da mais linda flôr
Flôr dilecta!
Não póde a rosa igualar-te
Na modéstia e no candôr,
Não, violeta!
A par da mais linda flôr
Flôr dilecta!
Não póde a rosa igualar-te
Na modéstia e no candôr,
Não, violeta!
Que importa que a linda rosa
Tenha um throno alevantado
Entre as flôres?!...
Ai, que importa se a maldosa
D'espinhos tem circundado
Seus primores!...
Tenha um throno alevantado
Entre as flôres?!...
Ai, que importa se a maldosa
D'espinhos tem circundado
Seus primores!...
E tu, symbolo da candura,
Minha flôr d'inspiração,
Meu amôr!
Quem teus encantos procura
Ha-de achal-os sem traição,
Roxa flôr!...
Minha flôr d'inspiração,
Meu amôr!
Quem teus encantos procura
Ha-de achal-os sem traição,
Roxa flôr!...
Violeta, flôr mimosa,
Nunca teu collo se dobre
Ao temporal!...
Nunca tu'haste viçosa
Emurchecida sossobre
Ao vendaval!
Nunca teu collo se dobre
Ao temporal!...
Nunca tu'haste viçosa
Emurchecida sossobre
Ao vendaval!
Beijem-te as auras suaves,
Teu casto seio affagando
Delirantes!
Festejem-te lindas aves
Seus gorjeios modulando
Incessantes!
Teu casto seio affagando
Delirantes!
Festejem-te lindas aves
Seus gorjeios modulando
Incessantes!
Mariana Belmira de Andrade
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
DALILA TELES VERAS
No jardim
Na densa tarde
de quietude mais
os amados silenciam
Suspeitam
da impossibilidade de um bis
(jamais alguém se banha na mesma luz)
Um pássaro descuidado
passa e canta
a dizer que viu
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